Se divertindo em Nova York

          Como todo mundo fica me pedindo dicas de Nova York, resolvi fazer esse Posto no meu Blog para os amigos que retendem viajar para a cidade que nunca dorme!
           

(Times Square)
       
           Devo dizer que achei que iria aproveitar pouco minha viagem a Nova York por estar levando pouco dinheiro. Afinal, a capital do mundo é conhecida por ser um dos lugares mais caros do mundo. Achei que a quantia que eu levava, por volta de 200 dólares para cada um dos 15 dias que passaria nos EUA, daria pra eu andar, passear, comer bem, mas não me permitiria compras ou musicais da Broadway. Bom, eu não poderia estar mais errado.

            É possível se divertir em Manhattan e em suas redondezas se o viajante souber, e quiser, é claro, fugir das armadilhas para turistas e tentar fazer o que os moradores fazem.
 
  1. Não tenha medo de andar e/ou usar metrô
(Grand Central Station - Onde pega-se o metrô e o trem para toda a ilha e arredores)


A melhor maneira de conhecer Manhattan é a pé. Não fuja disso! A ilha de Manhattan é relativamente pequena e, com disposição e uma boa divisão dos horários, dá pra conhecer muita coisa! Roteiros pré-estabelecidos são interessantes. Consiga um mapa da cidade, aquele em que constam os principais pontos e use um lápis para fazer um ponto de partida e desenhar seu roteiro pelos bairros de forma circular. Ou seja, de uma maneira em que você comece de um certo ponto, dê a volta por todo o bairro e volte ao mesmo ponto. Funciona bastante. 

Pode-se também usar as estações de metrô como ponto de partida. Conselho: não tenha medo do metrô. Algumas estações são feias, é tudo muito confuso à primeira vista, mas é de longe a melhor forma de se locomover. Funciona 24 horas e é mais barato do que andar de táxi. O serviço do metrô disponibiliza os cartões ilimitados. São cartões que você paga taxas de $29,90 (7 dias), $59,90 (15 dias) e $119,90 (30 dias) e pode usar quantas vezes quiser no decorrer dos dias escolhidos. Eis seu ponto de partida. Ah, e nunca saia de casa sem um mapa das linhas do metrô a menos que já se sinta confortável para transitar pelas estações sem medo de se perder. 

A cidade é bem sinalizada. As ruas numeradas de baixo pra cima, ou seja, de Downtown para Uptown, estão na horizontal e são entrecortadas por avenidas, em sua maioria também numeradas, na vertical. Portanto muitas vezes você vai endereços que podem ser assim: 42nd street and 7th. No seu mapa você vai localizar a avenida, a rua, a estação de metrô mais próxima e pronto! Não tem erro! Você chega rapidamente onde você quer.

  1. Sem paciência para turistas, mas querendo o melhor da cidade
 
(Central Park de um lado, Quinta Avenida do outro.
Passeio a pé: melhor maneira de conhecer a cidade)


Ok, eu era um turista na cidade. Mas a verdade é que eu me recusei veementemente a transitar pelos lugares em que os turistas normalmente vão para evitar as muvucas, filas e, é claro, os preços altos.

Assim que cheguei à cidade, conversei com alguns moradores e todos me aconselharam a não ir a Times Square para a virada do ano. Quem disse que eu ouvi? Lá fui eu. Quem disse que eu fiz certo em não ouvir? É frio, é cheio, é sem graça, não tem lugares pra comer direito, pra usar o banheiro e descansar. Há uma queima de fogos mixuruca depois que a tal bola desce do alto de um dos prédios na Times Square, mas é só! 

O Empire States Building é um referencial. Claro que é, afinal, até que a Liberty Tower inaugure esse é ainda o mais alto prédio da cidade. Lotado! 40 minutos no mínimo pra conseguir subir! Uma revista que faz a revista dos aeroportos parecerem a Disney e então... Uma vista maravilhosa de toda a cidade! Linda, deslumbrante, congelante, mas algo que nunca vai sair da minha memória. Valeu por uma única vez? Valeu. Faria de novo? Provavelmente não. Ainda mais por que há lugares mais interessantes pra fotos e vista da cidade como o Top of the rock, no Rockfeller Center. Mais barato, menos burocrático e com linda vista para fotos! 

A Estátua da Liberdade estava fechada por conta do furacão Sandy. Eu gostaria muito de passear pela ilha da liberdade, acho que até faria vista grossa pra aglomeração. Agora, pagar caro por um passeio de barco pra dar a volta em torno da ilha só por fotos, de jeito nenhum! Bem perto dali tem a balsa para Staten Island. Gratuita!!! E com uma câmera com zoom é possível fazer excelentes fotos da estátua, sem pagar um centavo por isso!!! 

O Rockfeller Center é um lugar maravilhoso pra fotos. Com a decoração de natal então! Mas seu entorno é bem carinho e pagar $35 dólares para patinar no gelo é meio salgado, se você levar em conta que a pista de patinação do Central Park custa $18, já com aluguel de patins. E a pista atrás da biblioteca publica não custa nada se você já tiver seus patins! Dica: leve um cadeado para usar nos armários e evite tirar fotos enquanto patina; os instrutores detestam que façam isso e são no mínimo grosseiros. Porém, discretamente da pra garantir alguns cliques. Desde que você não os peça pra bater a foto! J 

Central Park. De longe o lugar que eu mais amei na cidade. Sossegado, clássico, com seus esquilos abusados. Acho que fui lá quase todos os dias. Fui pra andar, pra tirar fotos, pra andar de carruagem (Com amigos ou namorados não fica tão caro), andar de bicicleta (O aluguel é aceitável, desde que você não ultrapasse uma hora! Depois disso vai ficando caro!), pra ler... O parque é maior que o Vaticano, por exemplo, mas com paciência se vai a lugares como o rinque de patinação, o castelo Belvedere, a fonte, a estátua de Alice no país das maravilhas, o zoológico, o mosaico que homenageia John Lennon no campo de morangos... Ou seja, um lugar excelente pra se conhecer aos poucos. Sem pressa. 

Chinatown e Little Italy. Eu não gostei muito, mas meus amigos me recomendaram voltar lá com mais tempo, paciência e realmente entrar nos bairros. Disseram que eu me surpreenderia positivamente, mas isso fica pra próxima vez.  

Atravessar a ponte do Brooklin no fim da tarde garante algumas das fotos mais bonitas do seu álbum e um dos passeios mais interessantes do seu roteiro. Ao chegar ao Brooklin, ainda cedo, passeie pelo lado residencial, coma alguma coisa e então volte pra casa, sossegadamente. Não precisa correr, a experiência é maravilhosa. 

A Times Square. Fora da confusão do reveillon eu fiquei encantado. Como não amar aquelas luzes, aquela sensação de felicidade, os letreiros, as pessoas que passam sorrindo, os telões e, muito surpreendente, algumas lojas não são tão caras! As lojas de brinquedos são muito acessíveis. Vale a pena andar por lá. Principalmente quando a noite cai. 

Falando em noite. A cidade é muito segura, mas alguns lugares devem ser evitados ao escurecer. Central Park é um deles, por causa de seus pervertidos. Brooklin também. O Harlem já não é muito agradável à luz do dia, eu nem quis ir a noite pra saber se mudaria de opinião. 

  1. A noite é uma criança
(Stonewall Inn, um dos melhores bares do Village -
Logo ao lado do Duplex, outra excelente opção)


Nightlife. Os bares da cidade e danceterias são excelentes, mas ande sempre com identidade, pois muitos, senão todos, a exigem na entrada. Não precisa ser o passaporte, sua identidade do Brasil é aceita sem problemas. Menores de 21 anos, desistam! A venda de bebidas é proibida de verdade! 

Tenham em mente que a gorjeta (Tip) é obrigatória. Um dólar para cada drink para o barman ou quem o servir, ou então algo significativo ao final. Também se aconselha dar tips a pessoa que guarda seu casaco, taxistas, carregadores de bagagens... Na verdade, a qualquer funcionário que lhe preste algum serviço. É cultural, apesar de nós brasileiros não gostarmos muito disso. Porém, se não o fizer corre o risco de não ser bem atendido e receber olhares cheios de censura. 

Ser amigável é interessante. Os Nova Iorquinos, em seu momento de lazer, que fique bem claro, adoram conversar e conhecer gente nova. Costumam “recompensar” um bom papo lhe pagando uma bebida. Aconselha-se que faça o mesmo, mesmo que apenas uma vez. 

Para aqueles que adoram dançar até o sol nascer, que pena! 4 da manhã toda a atividade em bares e danceterias são encerradas, sem prorrogação, e os clientes são convidados a ir embora, sem prorrogação. Não insista para que lhe sirvam bebida depois desse horário, pois vai causar uma situação constrangedora. Pra você! Se quer mesmo se divertir chegue cedo, a partir das 4 da tarde a maioria dos estabelecimentos já está em plena atividade. 

  1. Arte pra quem gosta de arte

(Metropolitan Museum, o MET. Vá com paciência e disposição)

A cidade oferece uma grande gama de museus e galerias de arte, espalhados principalmente pela área de Uptown e SoHo. Porém, a menos que você seja um apaixonado ou um estudante do gênero, eu recomendo dosar bastante suas escolhas nesse quesito de acordo com o tempo em que for ficar na cidade. 

  • De 2 dias a 1 semana – 2 museus e/ou galerias
  • De 1 a 2 semanas – 4 museus e/ou galerias
  • De 2 a 3 semanas – 5 museus e/ou galerias
  • Mais de três semanas você já é praticamente um morador da cidade!!!
Minhas primeiras opções seriam o Metropolitan Museum of Art (já se acostume a chamá-lo pelo simpático apelido, Met) e o Museu de História Natural. O primeiro tem uma entrada deslumbrante e é imenso. Dizer que em poucas horas alguém seria capaz de aproveitar tudo que as galerias do Met tem a oferecer é mentira. O ideal seria tirar a primeira parte do dia para o primeiro andar, depois ir almoçar e voltar, depois de ter descansado, para o segundo andar e o telhado. Não deixe de ir ao telhado jamais!!! Eu o fiz e voltei depois pra conferir... Seria uma perda irreparável... 

O Museu de História Natural é um daqueles programas obrigatórios, desde que se vá quando a maioria dos turistas já estiverem longe. Sério mesmo! O povo está pouco se lixando pro que o museu tem a oferecer, desde que possam tirar fotos com o esqueleto do Tiranossauro para fazer inveja aos amigos. Porém, cada detalhe dessa obra prima vale cada minuto do seu tempo. Não desperdice isso!

Algumas outras boas opção são o MoMa e o Guggenhein. Não fui a nenhum desses dois, admito, mas meus amigos locais disseram que eu perdi uma excelente oportunidade. Na verdade, os museus não eram muito meu foco nessa viagem. Bom, não caia na onda dos preços sugeridos para visitação! As vezes você verá cobrança de quase $30, mas por bem menos que isso você entra. Eu recomendo o mínimo de $10, pra não haver cara feia dos funcionários e não pesar no seu bolso! 

Achei interessante na cidade é que todo mundo lê, o tempo todo e em todo lugar. Central Park, paradas de ônibus, metrô... Sempre tem alguém com um livro, jornal ou revista aberto nas mãos. No início do Central Park, na esquina da 5ª avenida, nos vemos os livros usados e/ou novos da Strand que, ao que parece, agora é uma simpática barraquinha de livros. Aliás, muitas livrarias fecharam em Manhattan com o advento dos e-books. Os downloads acabaram com a magia das book stores, mas algumas permanecem. É possível ainda encontrar Barnes & Nobles pela ilha, apesar de estar mais para o estilo de supermercado de livros. 

  1. Comida pra quem quer comida
(Restaurante na 7a Avenida: mais caro do que gostoso)


Comer é sempre muito bom. E necessário. Em um lugar com tantas opções gastronômicas, muitas delas desconhecidas por nós, é fácil se perder na gula... E nos gastos. A região de Uptown costuma ser bem careira, mas com disposição você encontra lugares bons e baratos para comer.

Perto da saída do metro da 72, lado East, eu encontrei lugares muito bons pra comer e muito acessíveis. O Utopia foi ótimo para o café da manhã; o típico café da manhã americano com panquecas e omeletes! Te enche por todo um dia! O Good Enough to Eat, apesar da piada no nome, tem excelentes sanduíches! A rede de comida Chipotle me surpreendeu ao vender boa quantidade de comida mexicana, feita com ingredientes frescos, bom e rápido atendimento, com refrigerante refil, por menos de $12. E o bom é que, por ser uma rede, é encontrada em praticamente toda Manhattan. 

Para aquele lanche da tarde ou um cafezinho rápido há a rede Starbucks. Se bem que eu preferi, e muito, o Dunkin Donuts. Gostei mais do café, dos donuts e da bagel recheada com atum! Uma bagel dessa, acompanhada de uma Dr Pepper bem geladinha, era a companhia ideal para uma caminhada!
 
Eu fugi dos lugares careiros. Queria comer no Dean & DeLucca, mas a ideia de pagar $8 numa garrafinha de água não foi muito interessante. Fora que as comidas oferecidas não pareciam em nada apetitosas. Os fast food da vida, como o Burger King, só foram opções quando nada mais parecia disponível. Se bem que as Chalupas do Taco Bell me trazem água na boca até agora. Os sanduíches do Subway também são bem mais saborosos do que os vendidos no Brasil. 

As carrocinhas de comida de rua devem ser evitadas. Muita gente encara, a maioria evita. Principalmente aqueles de estômagos mais sensíveis, o que não era meu caso. Eu queria muito um hot dog de Chilly e me surpreendi com o tamanho minúsculo de iguaria que custou a bagatela de $4!!! Never again!!! Seria tão melhor se não fosse mega saboroso!!! E realmente muito bom, mas não compensa! 

A única extravagância gastronômica foi no meu último dia na cidade. Havia um restaurante na 7ª Avenida, na altura dos teatros da Broadway, que prometia o melhor Cheesecake da cidade. Se era o melhor eu não sei, foi a única que eu comi, mas é deliciosa. Acompanhada de Cream Soda então... Imperdível! Devia ter parado por aí, mas, ao pedir um dos caros sanduíches do cardápio me deparei com algo sem sabor! E o simpático garçom me fez “valorizar” sua simpatia e cordialidade com a gorjeta mais cara que eu dei na cidade: $23!!! Tudo bem, eu estava indo embora mesmo!

  1. That’s all about entertainment, baby!
(Lembrancinhas da Broadway)


Eu já tinha me decidido que não assistiria a nada! Nem filmes, nem musicais... Tinha a ideia de que tudo seria muito caro. Porém, em minha segunda noite, me deparei com o cinema Ziegfeld. Era ali que o criador de estrelas apresentava seus espetáculos e estavam passando ‘Os miseráveis’. Assisti o filme cercado por uma aura de nostalgia, sendo bem recebido em um cinema fabuloso (em todos os aspectos que tal palavra pode ser usada), confortável, que lotou e não teve nenhuma confusão, mesmo sem lugares marcados. Ao final ainda pude conferir fotos da era de Ouro dos teatros que decoravam as paredes do cinema e os bustos de Florence Ziegfeld e Fanny Bryce, sua estrela cômica. Como não amar? 

E a Broadway? E seus musicais? 

Bem, Evita aconteceu por acaso. Uma amigo de Nova York tinha ingressos que ele ganhara num sorteio e me convidou pra ir com ele. Me apaixonei de cara pelo teatro, pela montagem e por um Rick Martin esbanjando carisma como Che Guevara. Roubou todas as atenções. 

Descobri a cabine da TKTS na Times Square. Só abre no fim da tarde e oferece descontos que vão de 30 a 70%, mas só para shows no mesmo dia. Uma outra opção é pesquisar nos próprios teatros os valores, pois às vezes consegue-se algo muito bom! Pela TKTS assisti Newsies (Coreografia incrível e músicas cativantes), Jersey Boys (Amei, apesar de saber que tem tudo pra não encantar os mais jovens) e Mamma Mia (Como a maioria dos fãs do filme, eu também odiei a versão do palco). Porém, alguns teatros oferecem loterias! 

Como funcionam? Simples! Pesquise de antemão os teatros que oferecem as loterias (Acho que no momento apenas Wicked e os musicais da Disney estão oferecendo isso) e chegue mais cedo para colocar seu nome. Daí aguarde o sorteio e torça, pois, sendo sorteado, você fica na primeira fileira, os lugares de orquestra, normalmente bem caros, pagando apenas $30! Exatamente! Fui sorteado com um amigo e pudemos assistir ao melhor musical de todos que já assisti até hoje: Wicked! 

Devo dizer que fiquei meio obcecado. Ao fim de cada musical eu corria pra comprar o CD com as músicas e o pôster pra decorar minha parede com lembranças dos teatros onde estive. Dica: não seja como eu, um impulsivo louco! Lojas de CDs vendem os álbuns da Broadway 50% mais barato do que nos teatros. Compras... Isso me lembra que ainda não toquei num ponto... Qual é mesmo? 

  1. Compras! Quem não ama?
(Midtown Comics, loja de quadrinhos em Times Square)


Não fui com o objetivo de fazer compras. Não fui mesmo. Não estava nem com dinheiro pra isso. Fui pra encontrar pessoas, bater papo em barzinho e andar pela cidade. Mudei de ideia ao ver quão barato estavam as coisas por lá.

Aqui no Brasil é incrível o quanto pagamos de taxas por tudo. As vezes muito mais do que vale o produto. Pra se ter uma ideia, encontrei o I-phone 5 em Manhattan por $630, o que daria em reais cerca de R$1260,00. Porém, o preço dele aqui está bem acima dos R$2000,00. Isso, na minha sincera opinião, é absurdo! O Playstation 3 está custando $299,00; aqui ele sobe para o triplo disso. Eletrônicos no Brasil, nunca mais. Pura perda de dinheiro!

Em meu segundo dia fui levado a uma loja em New Rochelle, cidade a uns 20 minutos de Manhattan de trem, chamada Marshalls. Essa loja vende grifes famosas, mas coleções anteriores, a um preço irrisório de tão barato. Calvin Klein, Tom Ford e cia estão lá bem acessíveis. Comprei roupas e perfumes, enchi um carrinho de compras e me surpreendi ao pagar apenas $310,00!!! Como assim?!! A loja recebe mercadoria nova toda semana. E na Marshalls é possível encontrar ainda chocolates, artigos de lar, cama, mesa e banho. Imperdível! 

Existem os outlets, cujo o mais famoso é o Woodbury . Dizem que dá pra passar o dia inteiro lá e comprar muito, gastando pouco. Bem, como eu disse, não fui com dinheiro pra compras por isso nem passei perto desses outlets. A Marshalls me ofereceu tudo o que eu precisava. 

As lojas de departamentos em Manhattan são dignas de pesquisa. Algumas têm preços mais acessíveis, mas a maioria sabe como tirar dinheiro do povo. A Macy’s é incrível e oferece 15% de desconto para estrangeiros com o passaporte ou 10% para os que visitaram o Empire States Building. Não se engane. A menos que se tenha muita grana a Macy’s é evitável. Os 8 andares da loja são fenomenais, com absolutamente tudo o que você precisa pra estar na moda e se vestir bem, além de perfumes e acessórios. Todavia, os preços não são nada convidativos. Graças a Deus deixei meu cartão de crédito na gaveta e optei por usar apenas cash. É uma excelente maneira de não se complicar pelo resto do ano. 

Eu adoro quadrinhos e colecionáveis. E me surpreendi por não ver quadrinhos a venda em bancas de jornal, mas encontrei algumas lojas especializadas como a Midtown Comics na rua 40, perto da Times Square. Ali encontrei tudo o que eu queria, a preços bem acessíveis. Os brinquedos em lojas como Toys R Us e a Disney Store são bastante acessíveis, nada tão caro como no Brasil. 

DVDs, Blu Rays, Games e afins, eu indicaria a J&R em downtown Manhattan, perto da subida da ponte do Brooklin, ou algumas das muitas Best Buy. É tão barato que vale muito a pena visitar. E comprar, é claro! 

Dica importante: Antes de viajar, pesquise suas medidas de calças, sapatos e camisas. São bem diferentes nos EUA. Vai te poupar muito tempo! Além disso, leve com você (ou compre lá. É barato!) um adaptador para carregar celular ou usar aparelhos eletrônicos do Brasil.

  1. Onde ficar...
(Vislumbre da sossegada, e barata, New Rochelle. 15 minutos de Manhattan)


Dependendo da época de sua viagem é possível ficar em Hotéis ou Hostels, pagando barato. Mas normalmente não é assim que funciona. Eu prefiro a boa e velha camaradagem, ficando na casa de parentes e amigos. 

Uma dica para os menos preguiçosos é ficar fora da ilha! Isso mesmo! Cidades como New Rochelle e Mount Vernon tem estabelecimentos, comidas e lojas mais baratas e, em 20 minutos, você chega a Manhattan pelo railway. A linha de trens é muito confortável, segura e te deixa na Grand Central Station, de onde você vai pra qualquer lugar de Manhattan. Fica a dica!!! 

Bom, pessoal, espero que tenham curtido minhas dicas. Em Julho estou de volta a Manhattan e prometo postar outras dicas de diversão barata na Big Apple!

 

Crônicas cariocas: indo ao cinema

Eu sou cinéfilo. Sou um completo apaixonado pela sétima arte e adoro uma boa novidade. Sou fã dos clássicos, mas não deixo de conferir uma novidade na tela grande.  sempre fui do tipo de cara capaz de ir ao cinema várias vezes na semana, ou até no mesmo dia (que os digam os 'Festivais do Rio'). Porém, ultimamente, eu ando muito chato pra isso. Antes de ir ao cinema eu respeito algumas regras básicas:

1 - Nunca ir ao cinema de Sexta à Domingo.
2 - Nunca ir ao cinema em feriados ou vésperas de.
3 - Se tiver de ir em um desses dias, evitar o horário de rush das salas e pegar aquelas sessões por volta da hora do almoço.
4 - Nunca ir à estréias mundiais.
5 - Ir apenas à cinemas que garantes lugares marcados.

Pois bem, ontem quebrei duas dessas preciosas regras ao ir ao UCI, que não garante lugares marcados, na véspera de um feriado. O filme escolhido foi 'Atividade paranormal 2'. Adoro filmes que dão bons sustos e, como o primeiro foi muito interessante, esse era a escolha óbvia.

Ao chegar, me deparei com uma fila quilométrica apenas para comprar os ingressos. Optei pelo totem onde se paga com cartões de crédito, mas não era assim tão diferente. 35 minutos de fila depois, lá estava eu com os ingressos. Depois disso, lanchar. Havia fila até pra comer uma simples coxinha! (Esqueçam as bundas! Paixão nacional são as filas!)... Depois disso nem pude passear no shopping, pois, como o UCI não tem lugares marcados, o indivíduo tem que amargar pelo menos uma hora na fila se quiser garantir um bom lugar na sala. Um situação ultrajante, pra dizer o mínimo.

Depois de tudo isso, já na sala, começou a baderna. Muitos adolescentes juntos em um filme de terror de sucesso não podia dar em boa coisa. Eram gritarias, palhaçadas, gente falando alto e sem o mínimo de educação. Há ocasiões em que brincar desse jeito com os amigos é legal, mas não durante um filme! E pra piorar, o sujeito atrás de mim, que já assistira o filme, ficava estragando todas as surpresas ao contar o que ia acontecer em bom volume. Só não o coloquei pra fora por que ele era o dobro de mim.

Mas o filme foi bom,  a companhia excelente, e foi o que compensou. Fora isso, na minha próxima ida ao cinema, vou me ater a pelo menos quatro das minhas regras básicas para um bom cinema.

James Dean: Um rebelde com uma causa


James Dean foi umas das personalidades mais fascinantes que já existiram em Hollywood. Não tinha o estilo galã; era baixo, atarracado, um pouco mal humorado e fumava de maneira compulsiva. Mesmo assim, arrancava suspiros por onde quer que passasse. Seus filmes forma memoráveis, porém, o ator se foi antes de vê-los em sua glória na tela grande. Teve duas indicações póstumas ao Oscar e será sempre lembrado como um rebelde sem causa. Todavia, ele tinha uma causa: queria provar que era um grande ator.

Filho de um assistente de dentista, mudou com sua família para Los Angeles quando tinha cinco anos de idade, mas após a morte de sua mãe, retornou ao Meio-Oeste com oito anos e foi criado na fazenda de um parente. Depois de termidado seu segundo grau, retornou para a California, onde entrou para o Santa Monica Junior College e para a UCLA. James Dean começou a atuar no pequeno grupo de teatro de James Whitmore, apareceu ocasionalmente em alguns comerciais de TV e reprentou pequenos papéis limitados em diversos filmes. In 1952 foi para Nova Iorque, onde depois de passar um tempo ganhando a vida como motorista de ônibus, conseguiu um pequeno papel na peça da Broadway See the Jaguar. Depois, assistiu aulas no Actor Studio, reprentou pequenos papéis na TV, e retornou para a Broadway no The Immoralist (1954). Essa última aparição resultou em um teste para a Warner Bros. e em uma das mais espetaculares carreiras de uma estrela de cinema. Em um pouco mais de um ano, e somente três filmes, Dean se tornou uma personalidade conhecida e admirada, uma personificação da inquieta juventude Americana dos anos 50, e uma representação do título de um de seus filmes, Rebel Without a Cause (1955) (Juventude transviada).

Dean morreu em um acidente na estrada, em 30 de Setembro de 1955, dirigindo seu Porsche para Salinas para competir em uma corrida. Sua adoração por fãs cresceu em enormes proporções após sua morte. Muitos recusavam a acreditar em sua morte e um culto a James Dean se desenvolveu em uma mistificação em massa nunca antes vista após Valentino.
 
CITAÇÕES DE JAMES DEAN:

"Se você não tiver medo...se você juntar tudo o que é você...tudo de valor em você ...e dirigir isso para  um objetivo...uma meta final...você tem como chegar lá."

"Eu não quero ser somente o melhor. Eu quero crescer tanto que ninguém poderá me alcançar."

" Quando falam sobre sucesso falam sobre alcançar o topo. Bem...não há topo. Você tem que continuar indo...não parar em nenhum ponto."

"Ser um ator não é fácil. Ser um homem é ainda mais difícil. Eu quero ser os dois antes de morrer."

Crônicas cariocas: um dia de chuva

A bateria da cidade maravilhosa, sem sombra de dúvidas, funciona à energia solar. Se não, como explicar então a transformação das pessoas quando a chuva recai sobre a cidade. Tudo muda. A paisagem é outra, as pessoas são outras, os humores mudam, a irritação chega e algo parece não encaixar.

A verdade é que Rio de Janeiro e chuva não combinam. Tudo parece muito triste e pesado em um lugar famoso por ser feliz e leve. Não é a mesma coisa caminhar pelo calçadão sem a alegria dos pedestres, sem a beleza brasileira desfilando com o mar ao fundo. Não é a mesma coisa visitar um ponto turístico sem o brilho do sol sobre ele; às vezes eu tenho a impressão de que o Cristo Redentor fica de cara amarrada em dias assim.

Todavia, dias de chuva como esse servem para que nossas baterias sejam recarregadas. Servem para encontrarmos os amigos em situações mais intimistas, para um bate papo em um bistrô acompanhado de um bom vinho, um almoço mais aconchegante, um cineminha ou um teatro... Ou seja, nem tudo se perde em um dia chuvoso.

Nossa cidade é tão maravilhosa que mesmo com um céu nublado e com chuva ela é capaz de manter o charme que tanto encanta. Basta que nós, os cariocas, abramos os olhos para enxergar essa beleza. São poucos os dias chuvosos... Aproveitemos como um bônus para apreciar as novidades.

Conto: Doces ou travessuras?


Dedicado a John Carpenter

 - Doces ou travessuras? – perguntou Michael à velha Aretha Jones, na porta de sua casa.
            Atrás dele, as crianças da pequena Willows andavam de um lado para o outro em busca de guloseimas, sem importar-se com o vento gelado que soprava ameaçadoramente.
- Oh, feliz Halloween, meu jovem – disse ela enquanto jogava um punhado de balas de caramelo em seu saco laranja, com aquela doçura que fazia as vísceras do garoto se manifestar de forma nada agradável – Se eu não tivesse balas, qual seria sua travessura?
- Nem queira saber... – respondeu Michael secamente, com seu olhar frio e objetivo, enquanto se afastava pensando que lhe contar que o velho Sr. Jones estava tendo um caso com uma aluna vinte anos mais nova que ele, seria uma excelente travessura.
         Quando voltou a olhá-la, na soleira do portão, ela estava sendo cercada por um grupo de Telletubbies.
- Isso realmente me assusta – dizia rindo.
         Michael olhou para as ruas, a lua, as árvores que ladeavam aquela pacífica cidade e pensou que talvez ela já tivessem tido calma demais por uma vida, uma vez que ele mesmo estava cansado de tudo aquilo; de todo aquele cotidiano hipócrita. Iria colocar um ponto final naquilo e marcar para sempre a todos, lhes tirando o sorriso dos rostos.
- O diabo vai dar uma festa e me encarregou da lista de convidados – disse a si mesmo enquanto depositava o saco de doces em algum lugar do jardim bem cuidado dos Thompson.
         Caminhou então fantasmagoricamente, com sua beca branca e máscara prateada, rumo à casa vitoriana onde residia o casal mais antipático da cidade: Paul e Sophie Burton. Pela fachada sem enfeites, as crianças sabiam que eles não estavam dispostos a colaborar com doces, por isso evitavam a casa. Mas Michael tinha assuntos pendentes com aquele senhor.
        Há dois dias, quando completou 14 anos, ganhou uma bola de futebol americano e passou o dia jogando com Tommy, seu melhor amigo. Pelo menos até a bola cair no quintal dos Burton, de quem a família de Tommy era vizinha, e ele se apossar dela por pura maldade. Um dos únicos presentes que Michael ganhara na vida e o garoto queria recuperá-la de qualquer maneira. A maldade dele iria...
- O que quer aqui, moleque?! – perguntou o velho de pijamas no momento em que abriu a porta, segurando seu malcheiroso cachimbo.
- Minha bola ou travessuras!
- Ora se não é o Michael maluco. Como é mesmo o seu sobrenome? Myers! Michael Myers! Nome de louco, não é?
- Meu pai quis homenagear John Carpenter.
- O velho Beau Myers é tão louco quanto você. Vem dos genes.
           Michael fechou os olhos e comprimiu os lábios com raiva, tentando destilar aquele sentimento que oscilava dentro de sua alma. Por fim, disse deixando claro sua raiva:
- Minha bola ou travessuras, velho maldito!
         Meio surpreso com o que acabara de ouvir, o velho o olhou com uma expressão incrédula para dizer em seguida:
- Vá pra casa antes que eu me aborreça seriamente.
         Porém, antes que pudesse fechar a porta, Michael sacou uma arma e atirou em sua perna sem demonstrar piedade. O velho caiu urrando de dor enquanto algumas crianças e seus pais se afastavam gritando, assustadas com o tiro. Michael sorriu ao ouvir um deles gritar:
- Meu Deus, o velho Burton enlouqueceu!
         Calmamente, Michael lhes sorriu e entrou na casa do Sr. Burton, trancando a porta em seguida. O velho estava visivelmente apavorado, dizendo entre soluços:
- S-seu louco... Seus pais vão saber disso...
- Claro que vão, quando você se encontrar com eles no inferno. Quis que eles fossem os primeiros convidados – tirou a máscara prateada, revelando um olho roxo na face machucada – Eles não deviam beber pra me espancar e não deviam ter uma arma guardada na gaveta da cozinha. Vamos, Sr. Burton, onde está a bola? Eu não quero perder a paciência.
         Colocou mais três balas no velho 38 de seu pai, então atirou no braço esquerdo do velho, fazendo o sangue espirrar na porta. Seus gritos chamaram a atenção de todos na rua.
- Engole o choro! – disse ele comprimindo os olhos com raiva, deixando algumas lágrimas escaparem – Não chore, moleque. Isso me deixa furioso!
         Abriu a porta e sem pensar, atirou em todos os que viu. Uma menina vestida de fada levou um tiro no pescoço, seu pai teve a orelha perfurada por uma bala que se alojou em seu cérebro, um garoto vestido de xerife sentiu uma bala atravessar sua clavícula antes de cair e uma mulher, gritando em pânico, se calou tão logo o sangue amargo sufocou sua garganta, assim que uma bala perfurou seu peito.
- Criança maldita! – gritou consigo mesmo – Não sei por que eu fui ter filhos! – então olhou para o velho Sr. Burton e sorriu transtornado enquanto voltava a fechar a porta – A bola, Sr. Burton – então complementou – por favor.
- N-no quarto... No armário.
          Ele sorriu de forma maléfica. O velho não deixou de notar que uma sombra estranha rondava o garoto, como uma alma de ébano que vazava de seu ser. Aquilo o apavorou.
- Calma, velhote, não trema, tem uma só pra você.
         Foi o que Michael disse antes de atirar contra a cabeça do velho, que continuou sentado no mesmo lugar, com seus olhos abertos e sem vida. Uma mancha de sangue pode ser vista ali ainda hoje, como prova do evento terrível que a cidade presenciou naquele 31 de outubro.
       Subiu as escadas nervoso, mas deliciando-se com a situação. A festa seria um sucesso e o demônio lhe daria todas as glórias.
- Vamos ter tempo pra rir muito disso em uma mesa quente no inferno.
          Chegou à porta do quarto e a forçou. Estava trancada por dentro. Alguém soluçava lá dentro, chorando.
- Está aí dentro, Sra. Burton? – disse aproximando o ouvido da porta.
- Eu chamei a polícia! – gritou ela chorando.
- Espero que sim.
- O que você quer, maldito?
- A bola!
- Tudo isso por uma bola?!
- Não, por tudo que o mundo fez contra mim. Eu sou o anticristo, estou aqui a mando do demônio. Vamos, abra a porta, maldita! Não que ver seu marido?!
- Não!!!
- Não a culpo. Do jeito que ele está ninguém vai querer vê-lo.
- Desgraçado! – gritou ela chorando – Você é louco! Louco! Enlouqueceu depois que o padre Temple abusou de você, na igreja!
- Abra a porta, maldição! – explodira em uma onda de ódio e desespero, pondo-se a esmurrar e debater-se contra a porta – Abra isso, abra, vamos! Vamos, eu quero forças... Demônio... Me ajuda!!!
          Como um possuído, se jogou contra a porta em impactos violentos até que ela cedeu e abriu, revelando um cômodo bem arrumado, com móveis envernizados e projetado com muito bom gosto. Quanto mais via aquilo, mais gostava de pensar que poderia destruir tudo. Aquela vida pacata; aquela gente hipócrita; aquela cidade bucólica e detestável.
          Dentro do armário, a Sra. Burton tentava se esconder, mas foi assassinada quando ele o abriu e atirou à queima-roupa contra ela, manchando sua camisola branca de sangue. Na mão da velha estava o estopim de tudo aquilo: uma simples bola.
         Ele a segurou sorrindo, como se empunhasse um troféu. Naquele momento, as sirenes da polícia puderam ser ouvidas, enquanto cercavam a casa. Michael sentou-se na cama e recarregou a arma; em seguida, bloqueou a porta com uma pequena cômoda de cedro. Ao olhar pela janela, viu os policiais correndo ao redor da casa, se posicionando de maneira estratégica.
- Vou me encontrar com muitos deles no inferno, há, há!
         Ajoelhou-se ao lado da cama e esvaziou os bolsos, tirando toda a munição que guardara ali, jogando-as sobre a colcha branca.
- Vamos festejar o dia das bruxas!!!
        Então levantou uma das balas na altura dos olhos e a guardou no bolso.
- Essa é pro final. Minha passagem pro inferno. Agora, vamos distribuir os convites...
        Posicionou a arma, se aproximou da janela calmamente, observando a situação. Então respirou fundo:
- Vamos ver quantos vão ganhar passagens grátis para o inferno, pra um papo íntimo com Satanás.
       E começou a atirar, parando ocasionalmente para recarregar a arma enquanto olhava para o corpo da Sra. Burton. Então sorria.

Halloween: Os dez maiores assassinos dos filmes de Terror

Aproveitando a chegada do Halloween, resolvi colocar aqui, em ordem de preferência, os 10 maiores seriais killers dos filmes de terror. Eis minha seleção:

10- Freddy Krueger (série 'A hora do pesadelo')

A série começou muito bem, magistralmente dirigida por Wes Craven e apresentou o assassino pedófilo que, como vingança pela sua morte, começa a atacar os jovens da rua Elm em seus pesadelos. As musiquinhas eram assustadoras e demoravam a sair de nossa cabeça. Porém, o filme se inclinou para a comédia de humor negro nas sequencias e perdeu o tom.

9- Jigsaw (série 'Jogos mortais')

Um homem a beira da morte por um câncer incurável resolve se vingar do mundo escolhendo vítimas, as aterrorizando e lhes dando a chance de sobrevivência caso se submetam às regras de seus jogos mortais. Mesmo depois de morto, Jigsaw deixou seu legado nas mãos de fiéis seguidores.

8- Ghostface (série 'Pânico')

A cada filme um novo assassino se escondia sob a máscara de fantasma, mas o objetivo era sempre o mesmo: destruir a vida de Sidney Prescott, como vingança pela vida suja de sua mãe, Maureen.  O assassino mascarado estará de volta ano que vem no quarto filme da série, que conta com o elenco original.

7- Firefly family (série 'A casa dos 1000 corpos')

Uma família de lunáticos recruta vítimas em uma auto estrada e as envolve em jogos malignos onde os torturam até a morte, sempre recheadas de sadismo. Não há como não temer os horrores que a casa da família Firefly esconde.

6- Samara (série 'O chamado')

Se após ler isso seu telefone tocar, tome cuidado: Pode ser Samara, a menina assassina em um poço, que mostra toda sua frustração através de uma fita que, ao assistida inteiramente, decreta o fim do espectador. E só a visão da menina saindo da TV já é o suficiente para mexer com a cabeça de qualquer um. 

5- Pinhead (série 'Hellraiser')

O que dizer de um monstro com a cabeça repleta de pregos, líder de uma celta que recruta vítimas para fazer parte de seu grupo após proporcionar uma morte trágica? Tinha de ser criado por Clive Baker, um dos grandes mestres do terror.

4- Hannibal Lecter (série oriunda de 'O silêncio dos inocentes')

O Dr. Hannibal Lecter, conhecido como o canibal, era famoso por usar a psicologia e a sensualidade para induzir suas vítimas a fazerem suas vontades. Porém, quando seduzido por uma beleza rara, como a jovem detetive Clarice Starling, é até capaz de ajudar a solucionar um crime insolucionável. Mas não se pode confiar em um homem como Lecter... E Clarice descobre isso.

3- Chucky (série 'Brinquedo assassino')

Era ótimo quando Chuck era apenas um brinquedo assassino, sem esposa e sem filhos, pois, nessa época, seus filmes eram verdadeiramente assustadores e não comédias estapafúrdias que destruiram o personagem.

2- Jason Voohres (série 'Sexta feira 13')

Morto por descuido dos recreadores do Lago Cristal, Jason não aceitou sua morte e passou a matar nos arredores do antigo camping. Claro que no início ele teve ajuda de sua mãe, mas logo passou a matar solo, com o auxílio de um machete de respeito.

1- Michael Myers (série 'Halloween')
O melhor! Violento e assustador, Michael teve uma infância complicada e acabou por passar 15 anos em um sanatório por assassinar a irmã mais velha. Porém, ao conseguir fugir, volta ao lugar onde nasceu e faz de sua irmã mais nova sua principal vítima.

Então é isso, minha seleção de killers! Bom Halloween para todos os visitantes desse blog.


THE ORIGINAL Scary 'Mary Poppins' Recut Trailer



Quem diria que o fantástico 'Mary Poppins' daria um filme de terror? Veja o trailer acima, é assustador.